13.5.12

Lisboaaaaa!!

Olá família :D
Em primeiro lugar quero dar um grande aplauso à Sandrinha por um bom trabalho neste espectáculo, que foi o seu primeiro trabalho como encenadora e também seu primeiro ano com o grupo, é certo que a Gil deixou um grande legado e o próprio grupo estremeceu um pouco com a sua saída, mas a Sandrinha não desiludiu nem um pouco! ;)

Segundo:
VAMOS A LISBOAAA!!

Pelo segundo ano consecutivo fomos convidados pela Culturgest para ir a Lisboa apresentar a nossa peça no projecto PANOS que decorre nos dias 18,19 e 20 (Sexta, Sábado e Domingo) o nosso espectáculo, vai decorrer mais uma vez em horário nobre, Sábado à noite, somos mesmo bons. ;D
E como se não bastasse Sexta-Feira dia 11 vamos também ao Teatrão a Coimbra.

Estamos todos de parabéns foi um ano com altos e baixos com mais e menos confiança quer no próprio trabalho individual quer no colectivo como é normal, mas foi acima de tudo um ano de adaptação aos novos elementos do Grupo, que diga-se de passagem me deixaram de boca aberta com a sua capacidade, e de adaptação também à nova encenadora.

Tempo agora para fazer um pequeno pedido de desculpas NaXinaLuense que deixou de estar no activo por no passado dia 16/10/2011 fiz um post em que referia o nome de todas as pessoas que saíram do grupo e esqueci-me de por o nome da Filipa (Pipa) Rei, por isso aqui deixo as minhas maiores desculpas.

E é tudo por agora :D
Namaste rentes à terra ;)




9.11.11

Escolha efectuada

ola, ola!
Bem parece-me oficial, o texto que os NaXinaLua vão trabalhar este ano é:
The Grandfathers (Os Avós)
Após a leitura dos dois textos que já tinham sido escolhidos, O Septeto Fatal e o The Grandfathers, este ultimo teve a chamada maioria absoluta.
Bem, texto escolhido e pomo-nos ao trabalho com ajuda do Pompeu José e o Prof. João Almiro, onde fizemos alguns exercícios sugeridos pelo Pompeu que segundo ele ''vão perceber mais tarde para que vos servem...'' e também algum um pouco invulgar para uma seção de trabalho de teatro também fizemos flexões, é verdade, para quem não sabe o texto que escolhemos passa-se num cenário militar por isso vamos ter de fazer flexões mais vale começar a treinar ;)
Bem e é tudo por hoje!
Namaste :D

18.10.11

Prólogos acabadinhos de sair :)

Alô, alô. Cá estou eu outra vez para trazer mais algumas novidades, desta vez são os resumos dos textos propostos pelo Panos.
Aqui estão os 3 resumos:

Liceu Hölderlin
de Pedro Mexia

TEMA: O Romantismo enquanto juventude literária, a juventude enquanto Romantismo etário.
ENQUADRAMENTO: A peça passa-se quase inteiramente num liceu, num país indeterminado, embora as personagens falem, naturalmente, em português, e tenham nomes portugueses. Não há no entanto qualquer referência local. Os cenários são: uma sala de aula (cenas 1, 3 e 5), o pátio da escola (cena 2) e um relvado não-identificado, talvez um parque ou um campo de jogos (cena 4). A linguagem das personagens é semi-realista: usam um vocabulário moderno mas não empregam coloquialismos ou calão.
PERSONAGENS: Seis alunos liceais com 15 ou 16 anos: Sofia, Frederico, Tiago, Henrique, João, Catarina. E outros alunos, sem falas. Os nomes são os dos escritores românticos alemães ou de pessoas do seu círculo.
SITUAÇÃO: Um enredo liceal normal: tédio, conquistas, perguntas, amores não correspondidos. Fred está apaixonada por Sofia, que acha que ele é demasiado idealista para amar alguém. Sofia tem um namorado. Fred está desesperado e confiante, e aperfeiçoa um entendimento do mundo à sua circunstância pessoal. Perante a incompreensão de todos, insiste na sua espera. Sofia parece cair-lhe nos braços, mas talvez seja um engano.
TEXTOS CITADOS: Dos autores românticos alemães Hölderlin, Friedrich Schlegel, Fichte, Novalis, Bettina Brentano e Kleist. As citações são parciais, nalguns casos um pouco modificadas, e com alusões a outros textos destes autores.
MÚSICA: Schubert, Bruckner, The Smiths.
DURAÇÃO: Aproximadamente 50 minutos.

Pedro Mexia nasceu em 1972, em Lisboa. Licenciado em Direito pela Universidade Católica. Foi crítico e cronista no Diário de Notícias e no Público. Escreve actualmente no Expresso e na revista LER. É um dos membros do programa Governo Sombra, na TSF. Foi subdirector e director interino da Cinemateca. Tem colaborado regularmente em projectos das Produções Fictícias.
Publicou seis livros de poemas, antologiados em Menos por Menos (2001), três livros de crónicas e três volumes de diários, escolhidos de entre textos publicados em blogues. Mantém o blogue Lei Seca (www.a-leiseca.blogspot.com).
Colaborou duas vezes no projecto de peças curtas portuguesas Urgências (Teatro Maria Matos). Adaptou para teatro (com Ricardo Araújo Pereira), Como Fazer Coisas com Palavras, do filósofo inglês John Austin (Teatro São Luiz). Publicou a peça Nada de Dois (encenada no Brasil e no Canadá) e escreveu Pigmalião, a partir de Ovídio (Teatro Oficina). Traduziu e encenou Agora a Sério, de Tom Stoppard (Teatro Aberto), peça também editada em livro.

Septeto Fatal
de Alex Cassal

Velocistas, telepatas, alienígenas, viajantes do tempo, camaleões-humanos, miúdos longevos. Os seus corpos transformam-se da noite para o dia. Falam uma língua incompreensível. Parecem ter vindo de outro planeta. São mais  fortes, inteligentes, hábeis, intrépidos. Têm apetites vorazes. Mal controlam as suas capacidades. São adolescentes com superpoderes: o Septeto Fatal. Um grupo de heróis relutantes, divididos entre ameaças apocalípticas e os exames de fim de ano.
O texto de Alex Cassal explora as possibilidades de um teatro que cria universos impossíveis e ilimitados. Um estudo sobre amizade, inadaptação, desejo e dúvida, sobre os sentimentos contraditórios que acompanham o amadurecimento. Um texto sobre o poder que temos quando somos jovens – e as consequências disso.

Peça que pode ser representada por um elenco numeroso, de várias idades: para além do Septeto há o grupo dos Sinistros, e uma das personagens assume diversas formas humanas…

Alex Cassal é um historiador, encenador e performer brasileiro. Desde os anos 80, trabalha com teatro, circo, dança, vídeo e performance. Vive no Rio de Janeiro, onde colabora com artistas como Dani Lima, Alice Ripoll, Gustavo Ciríaco e Enrique Diaz. É fundador, com Felipe Rocha, da companhia Foguetes Maravilha, tendo criado espectáculos como Ele precisa começar, Ninguém falou que seria fácil e 2histórias. Desde 2009 vem colaborando com o colectivo português Mundo Perfeito: Estúdios, Cartões de visita, Hotel Lutécia e Mundo Maravilha (estreia no segundo semestre de 2012). Durante cinco anos foi professor da REDES – Redes de Desenvolvimento da Maré, trabalhando com jovens de uma das maiores favelas do Rio de Janeiro. Ainda lê banda desenhada.

The Grandfathers
de Rory Mullarkey

Tanto em Portugal (recentemente) como no Reino Unido (há 50 anos) acabou o serviço militar obrigatório, mas continua a haver adolescentes por todo o mundo a serem mobilizados para as forças armadas The Grandfathers acompanha oito jovens recrutas no treino que os transforma em máquinas de guerra.
Numa estrutura em flashback, a primeira cena passa-se entre tiros e explosões, enquanto os soldados adolescentes vêem morrer o seu amigo. A seguir recorda-se a viagem que os integrou na máquina militar: os momentos em que tiveram de ser capazes de apunhalar um saco de areia, em que tiveram de reagir à incursão de um pássaro ferido no seu território e em que aprenderam a ignorar o escuro.

Peça para nove actores, de qualquer género, preferencialmente a partir dos 15 anos. 

Rory Mullarkey é licenciado pela Universidade de Cambridge em Russo, Latim e Ucraniano. Também estudou na Academia Estatal de Artes Teatrais em São Petersburgo, tendo vivido a maior parte de 2008 no Quirguistão, na Ásia Central.
É tradutor de teatro russo, tendo colaborado com o ADC Theatre de Cambridge, o Royal Court de Londres e o Teatro Livre da Bielorrússia.
Entre as suas peças contam-se: Single Sex (Royal Exchange), Remembrance Day (Royal Court), Tourism (Headlong) e Come To Where I’m From (Paines Plough).
Em 2010 foi escritor residente no Royal Court, e está actualmente em residência no Royal Exchange Theatre, Manchester.





Leiam e digam o que acham dos textos ;D

Namaste rentes à terra ;)
 




16.10.11

Começou outra vez ;D


Boas pessoal, novamente mais um ano lectivo e mais um ano de teatro NaXinaLua (aplausos) e também um novo administrador no blog, Jorge Martins ao vosso serviço ;D
Em termos de composição do grupo, tivemos uma grande baixa... a nossa grande encenadora e amiga Gil Rodrigues que, para quem não sabe, foi para timor dar aulas, mas não é a nossa unica baixa.
Mas não é por deixarem de fazer teatro que deixam de ser da família NaXinaLuense e queria dar os parabéns pelo bom trabalho que fizeram no grupo ao longo destes anos, Lia Bruno, Madalena Coimbra, Diana Pinheiro, Cláudio e André Sousa, Vanessa (Baixa) Santos, Vanessa (Alta) Santos e Diana Chen, novamente muito obrigado, da minha parte foram 2 anos de convívio e aprendizagem com vocês  todos e acho que posso falar pelo resto do grupo :)
E para finalizar mensagem as pessoas que ainda estão no grupo para chamarem mais gente, obrigado

Namaste :D

20.5.11

Para onde vamos?

RESPOSTA: Lisboa!!!!
Pois é, amanhã a culturgest espera-nos :)
Para quem nos quiser ver, o nosso espectáculo é amanhã, dia 21 às 21:30H.
Deixo-vos aqui algumas fotos tiradas pelo senhor Teles!





Beijinhos ;)





5.5.11

Algumas opiniões

"eu acho a peça super interessante pois retrata Ruanda numa altura muito difícil : o Genocídio , e isso faz com que a peça tenha mais , como é que hei-de de dizer , mais 'sentimentos em palco' . Tivemos muito trabalho para conseguir-mos exprimir esses sentimentos todos , não há palavras , só vendo (; amei fazer esta peça." - Diana Pinheiro

"Primeiro queria dizer que para mim este grupo é como uma segunda casa, onde encontro a alegria e felicidade necessária para encarar a vida de outra maneira ;D para mim vocês todos são como irmãos, uns mais velhos e outros mais novos :P Este ano tal como no ano passado, todos nós nos dedicamos a este novo trabalho, filhos de Assassinos! Todos sabemos que este ano foi muito diferente em relação ao ano anterior, pois porque se compararmos o numero de ensaios deste ano com a da peça Cenofobia, vemos claramente uma grande diferença x) mas mesmo assim com o nosso trabalho, esforço, dedicação e entreajuda conseguimos superar mais uma prova! :DD esta peça tem uma história bem estruturada, e se for bem analisada ao pormenor, cada frase, cada palavra tem um significado importante no decorrer da peça e acho que nós todos conseguimos entender grande parte desses significados, e é isso que dá vida ao decorrer da peça. Estou muito orgulhoso :D estamos todos :P e uma amostra da nossa grande dedicação foi que neste ano tivemos a grande alegria de sermos seleccionados pela Culturgest :DD agora à que continuar e dar CHOCOLATE no resto dos espectáculos que se seguirem :P FORÇA PESSOAL :D <3 AMO-VOS CARALHO!!! MUITA MERDA ;DD" - Luís Henriques

"Filhos de Assassinos retrata dois grupos diferentes do Ruanda com grandes rivalidades entre si. Para além de falar no genocídio recente podemos ver as perspectivas de ambos, hutus e tutsis. É uma peça interessante que remonta a uma realidade diferente e longe daqui. Acho que estamos todos ansiosos por a partilhar com o público" - Madalena

"Grande peça, Grande texto, Grande Encenadora! Lisboa aí vamos nós!" - Luís Sacras

"A nossa peça trata de uma dura realidade. No Ruanda houve um genocídio que matou muita gente, e deixou muitas crianças sem pai. 'Filhos de Assassinos' trata isso mesmo. Os rapazes que não conhecem o seu pai e a sua rivalidade para com os tutsis - culpados da prisão dos seus progenitores. Eu acho que a peça trata de um tema muito díficil, que tem muito que se lhe diga. Foi bom para nós fazê-la, para nos apercebermos das outras realidades que há para além da nossa." - Lia

"“Filhos de assassinos” é, originalmente, uma peça de cariz dramático, mas, para os Na xina lua as coisas não correm sempre como é suposto, por isso para nos é apenas uma comédia sobre um assunto sério J. O produto final está muito bom e vai ficar excelente pois temos uma das melhores encenadoras que já conheci (não conheço muitas, por isso…) e também porque nos esforçamos, embora não pareça… no fundo, filhos de assassinos é um texto igual a muitos outros, mas quando se junta um texto assim com um grupo de loucos e uma encenadora excelente, o resultado é bomba!!! Quer isto dizer que filhos de assassinos é lindo!!" - Vanessa Alta

"Genocidio no Ruanda? Quem nunca ouviu falar dele? Provavelmente já mas são os povos daquele país que guardam o fardo de tantas mortes na sua memória e no seu coração. Não existiu uma pessoa que não tenha perdido alguém morto à catanada. É triste existirem guerras como estas por causa da etnia. Onde está o respeito? Simplesmente não existe. Ninguém é perfeito, ninguém é igual. Após 17 anos desta catástrofe os hutus e os tutsis continuam a odiar-se, não aprenderam!

Nesta peça, três personagens não conheceram os seus pais, nunca tiveram contacto com eles, não tiveram culpa do que aconteceu e são rotulados de Filhos de Assassinos.

Acho o enredo da peça muito interessante. Mostra-nos o quão as mentalidades são divergentes.

Adorei fazer esta peça e espero que o publico entenda que violência só gera violência. Devemos tratar-nos como irmãos!

Tivemos muito trabalho, uma excelente encenação, um excelente trabalho de luzes, um excelente cartaz e Vamos a Lisboa ;)

Adoro-vos NA XINA LUA " - Vanessa



Espero que as pessoas que não me enviaram a opinião pelo menos comentem!!!


É hoje a nossa estreia!!! Muita Merda!

3.5.11

Cartaz


E aqui fica o cartaz da Peça "Filhos de Assassinos" feito pelo João Silva...
Mais uma vez temos de te agradecer pelo magnífico trabalho, parabéns!!!

E já sabem os dias dos espectáculos???
Se não estiverem com disposição para ler o post em baixo, relembro-vos as datas:

ACERT
5 de Maio de 2011 - 21:45H
11, 18 e 25 de Maio - 15:30H

Estão à espera de quê para reservarem já o vosso lugar?
Contamos com vocês ;)

2.5.11

Estreia de Filhos de Assassinos




O presidente do Ruanda está a libertar os assassinos. Anos depois do genocídio tutsi, os perpetradores começam a regressar ao campo a conta-gotas, de volta às suas aldeias. Três amigos – nascidos durante o rescaldo sangrento do massacre – preparam-se para conhecer os homens que lhes deram vida. Mas à medida que o dia do regresso se aproxima, os rapazes são assombrados pelos crimes dos seus pais. Quem nos podemos tornar quando a violência é a nossa herança?

O espectáculo baseia-se num texto de Katori Hall, dramaturga e performer americana que conquistou o Prémio Olivier 2010 (na categoria de Melhor Peça Nova) com a obra The Mountaintop, sobre a última noite the Martin Luther King. Este novo projecto de Na Xina Lua assinala mais uma participação do colectivo no Projecto “Panos (Palcos Novos, Palavras Novas)”, da Culturgest, direccionado para grupos de teatro escolar/juvenil. Aberta à comunidade escolar desde 2000, esta “equipa” de estudantes e professores tem realizado – com o apoio da Acert – vários espectáculos para o público em geral, numa vertente de teatro comunitário.



Ficha Técnica
Texto – Katori Hall / Tradução – Francisco Frazão
Encenação – Gil Rodrigues
Actores – Jorge Martins, Marta Adão, Diana Pinheiro, Gustavo Marques, Diana Chen, Joana Neves, Madalena Coimbra, Luís Henriques, Luís Sacras, Vanessa Alta, Vanessa, Lia Bruno, Cláudio Sousa, André Sousa, Filipa Rei
Assistentes – Tiago Pereira, Salomé Coimbra, Sofia Coimbra Cartaz – João Silva
Apoio à Produção – ACERT

E a grande estreia é já dia 5 de Maio de 2011, esta quinta-feira, na ACERT às 21:45H.

Os próximos espetáculos decorrem nos dias 11, 18 e 25 de Maio às 15:30H.

Contamos com a vossa presença! Não faltem!

P.S - Tenham cuidado, eles são Filhos de Assassinos!

28.3.11

Actualização

Olá malta!

Pois é... o tempo passa. Parece que foi ontem que começámos a trabalhar esta peça e é já dia 6 de Abril a apresentação à Culturgest. Chegou a hora de darmos tudo por tudo! Nós somos capazes!!!

Filhos de Assassinos, uma peça que retrata e ilustra o genocídio que houve no Ruanda em 1994, uma peça que fala nas rivalidades entre Hutus e Tutsis, uma peça dos Filhos dos Assassinos!
Não podemos esquecer os Gahahamuka que têm muita carga simbólica para esta trama.



"if we forget we repeat"

Tragédias como esta não devem voltar a existir!

P.S: Shame on me por estar este tempo sem postar!

beijinhos

24.12.10

Bom Natal!!!

Desejo a todos um bom natal, muitas prendinhas, muitos docinhos e muitas pessoas fantásticas à vossa volta...
Desfrutem da magia da simplicidade e do amor!

Os Na Xina Lua estão de férias e espero que as aproveitem para decorar o texto e as marcações feitas... Espera-nos muito trabalho mas sei que o grupo vai superar todos os obstáculos! Força :)

Beijinhos e abraços

16.11.10

Peça- Sapiens, sapiens, sapiens

“SAPIENS, SAPIENS, SAPIENS” é um espectáculo criado a partir de uma residência artística no Teatro de Vila Real. É uma estreia absoluta.

” O Doutor Heinz está prestes a concluir aquela que é a investigação mais importante de todos os tempos e que conduzirá a humanidade a um novo estádio da evolução: o Homo Sapiens Sapiens Sapiens.

“Sapiens Sapiens Sapiens”, é uma história dramática contada com os recursos cómicos do clown e da projecção audiovisual. É uma brincadeira com os filmes de ficção científica, onde o humor e a mistura de linguagens cénicas se entrelaçam para contar uma história sobre cobaias humanas. A equipa criativa é composta por profissionais de novo circo, dança, design, clown e artes audiovisuais.”




Interpretação: Anton Coucheiro e Borja Fernandez
Direcção: Evaristo Calvo Guião: José Díaz
Assistência e movimento cénico: Uxia P. Vaello
Vídeo: Gael Herrera-Oroboro Films Espaço sonoro: Xabier Mera
Cenografia e adereços: Isaac Piñeiro Construção: Fino
Figurinos: Clotilde Vaello Caracterização: María Illobre
Iluminação: Fidel Vázquez Produção: Pistacatro S. L.
Apoios: AGADIC, Circonove, Sala Nasa, Pistacinco, Teatro de Vila Real, Teatro ACERT

Retirei o texto daqui:
http://akademia.comunicamos.org/agenda_/?event=35

O grupo de teatro Na Xina Lua foi ver esta peça cómica e penso que a opinião é unânime : adorámos!!!
Mas por via das dúvidas quero comentários acerca desta peça!!!
Beijinhos

11.11.10

Filhos de Assassinos

Bem, nós já escolhemos definitivamente o texto que iremos apresentar este ano: Filhos de Assassinos de Katori Hall...
deixo-vos aqui um vídeo acerca do genocídio e um outro vídeo com o trailer do filme "Shooting dogs"

http://www.youtube.com/watch?v=UIWeRS7j8ZU&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=w5yLa25Jy8o


MUITO TRABALHO NOS ESPERA!!!

30.10.10

Some pictures!

Aqui ficam algumas fotos do ensaio de segunda feira :




Gustavo, Vanessa & Vanessa - apresentação do poema Cântico Negro de José Régio..





Lia, Jorge, Joana e Marta - apresentação do poema Tabacaria de Álvaro de Campos





Tiago, Diana e Filipa - apresentação do poema Cântico Negro de José Régio



Diana, Tiago, Salomé, Jorge e LiaVanessa, Diana, Gustavo e Vanessa

Luís Sacras e a Madalena

Luís!

Como devem ter reparado se houvesse mais trabalho tudo seria melhor! Mas enfim!

Agora que já temos algumas noções do texto que queremos resta-nos trabalhar, trabalhar e vencer!

Beijinhos

p.s- Comentem :D

22.10.10

Textos dos PANOS

Pois é pessoal!

Os textos tardaram e ainda só enviaram os resumos :P

Vou deixar aqui um bocadinho de cada texto e anseio por saber as vossas opiniões!


Filhos de Assassinos
O presidente do Ruanda está a libertar os assassinos. Anos depois do genocídio tutsi, os perpetradores começam a regressar ao campo a conta-gotas, de volta às suas aldeias. Três amigos – nascidos durante o rescaldo sangrento do genocídio – preparam-se para conhecer os homens que lhes deram vida. Mas à medida que o dia do regresso se aproxima os rapazes são assombrados pelos crimes dos seus pais. Quem nos podemos tornar quando a violência é a nossa herança?



Desligar e voltar a ligar
Alice é uma rapariga que se esforça. Quer levar as alternativas do mundo às suas últimas consequências. Namora com Fred, um Rastafari que por sua vez se esforça por apreciar miúdas com pêlos. Já Allan, que se calhar veio da guerra de África, interessa-se pela evolução de Alice enquanto ele próprio se transforma em jaguar. Entretanto, Mike Tyson, o pugilista que já não bate, mas investe, envia uma estagiária para convencer Alice e os amigos a participarem no seu plano de generosa acumulação do mundo. Na mira de Mike está também Cleópatra, a galinha que põe ovos transparentes, vazios, não comestíveis, onde por vezes surgem cores e onde geralmente não aparece nada. O seu último ovo, porém, tem uma capacidade infinita de armazenamento. Mike entusiasma-se com a hipótese de guardar nele toda a informação do mundo, ao passo que Zipo, o hacker, será seduzido por Alice para o seu radical apagamento.



Dentro de mim, fora daqui
Seis jovens encontram uma mala. Dentro, o futuro de todos eles. A hipótese, pelo menos. A expectativa de mudança traz ao de cima a natureza de cada um, impõe dúvidas e exige decisões extremas.
Dentro de Mim, Fora Daqui é uma história de fé e egoísmo, da procura pelo que que cada um espera encontrar dentro de si próprio, por mais longe que o dentro esteja. Contada e vivida pelos protagonistas em vários tempos que se misturam e diluem, retrata o inconformismo de quem não espera nada mas às vezes exige coisas.

Não se esqueçam que segunda feira temos que apresentar os nossos mini-espetáculos! Força nisso :) e como se diz em teatro, MUITA MERDA!

p.s- quero comentários... eu já facilitei o modo de os enviarem e mesmo assim a preguiça reina! Não custa nada facultarem, aqui, a vossa opinião.

15.10.10

7000 visitas :)

Só para dizer que o nosso blog tem 82 posts(com este), 120 comentários e 7000 visitas... eheh

Desafio!

Olá Pessoal!

Vou deixar aqui os três poemas que temos de trabalhar:

Cântico Negro - José Régio

"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!


Amar - Carlos Drummond de Andrade


Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru, um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuido pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura
medrosa, paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.


A Tabacaria - Álvaro de Campos

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.

Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas
-Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas
-,E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.

Olho-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira.
Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o;
é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.


Agora cabe a cada grupo fazer um mini-espetáculo sobre um dos poemas... Mais um desafio e sei que somos capazes de o desempenhar ... Muito trabalho está à nossa espera!!!
Mãos À Obra! e Muita Merda!

p.s --- peço desculpa se houver algum erro. Os poemas foram retirados da net!

9.10.10

Um exemplo!



Daniel, como te sentes em ser um ex-Na Xina Lua? :P

Sem dúvida alguma foste, pelo menos para mim, um PAI dos Na Xina Lua! Estavas lá quando havia um problema, estavas lá para ajudar, estavas lá até para nos rir-mos com as tuas palhaçadas!


Estás, na maior parte dos dias, bem -disposto, és uma pessoa simples, inteligente, tens uma força enorme, amas o teatro, adoras dançar, opinar (opinas, opinas, opinas mas é bom ouvir-te), cantar (apesar de partires alguns vidritos :P) e tens a mania que és bom :D

Falo por mim mas penso que a opinião é unânime: Aprendemos muita coisa contigo, não só a nível teatral, e tu sabes disso, mas também a nível pessoal.
Ensinaste-nos a amar, amando-nos, a respeitar, respeitando-nos... ensinaste-nos a viver, vivendo todos os dias com um sorriso nos lábios!


É óbvio que cada um de nós teve uma experiência diferente contigo mas uma coisa é comum: o teu exemplo!

Só temos uma palavra para ti: Obrigado!!!

E acredita que terás sempre um lugar muito especial no nosso coração*****


Deixo-te aqui um excerto de uma música:
“Follow your steps and you will find
the unknow ways are in your mind
need nothing else than just your pride
to get there...
so, carry on, there's meaning to life
which someday we may find...
Carry on, it's time to forget
the remains from the past, to carry on.”

Deves estar a olhar para isto sem perceber nada, não é, menino Daniel? Eu sei que o teu forte não é inglês, por isso, aqui vai a tradução :P

Segue os teus passos e descobrirás os caminhos desconhecidos que estão na tua cabeça. Não precisas de mais nada, além do teu orgulho para lá chegar...
Então, segue em frente, a vida tem um sentido, que um dia poderemos descobrir... segue em frente, é hora de esquecer os restos do passado para ir em frente.

Espero que saibas que estamos cá, sempre disponíveis para aquilo que precises...

Faz a tua felicidade :D

beijO

6.10.10

Os nossos ensaios - filho da p***

Olá!

Quero dar a conhecer aos leitores que nós, os Na Xina Lua, temos ensaio à segunda, a partir das 16:30h e às quartas às 14:30.
Como ainda não chegaram os textos (estamos ansiosos para os ver!), durante estes últimos ensaios temos feitos: jogos de confiança, improvisações, o controlo da respiração e trabalhámos a nossa dicção com o poema o seguinte poema:

I
O pequeno filho-da-puta
é sempre um pequeno filho-da-puta;
mas não há filho-da-puta,
por pequeno que seja,
que não tenha a sua própria
grandeza,
diz o pequeno filho-da-puta.

no entanto, há filhos-da-puta
que nascem grandes e filhos-da-puta
que nascem pequenos,
diz o pequeno filho-da-puta.

de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos palmos,
diz ainda
o pequeno filho-da-puta.

o pequeno
filho-da-puta
tem uma pequena
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o pequeno
filho-da-puta.

no entanto,
o pequeno filho-da-puta
tem orgulho
em ser
o pequeno filho-da-puta.
todos os grandes
filhos-da-puta
são reproduções em
ponto grande
do pequeno
filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.

dentro do
pequeno filho-da-puta
estão em ideia
todos os grandes filhos-da-puta,
diz o
pequeno filho-da-puta.
tudo o que é mau
para o pequeno
é mau
para o grande filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.

o pequeno filho-da-puta
foi concebido
pelo pequeno senhor
à sua imagem
e semelhança,
diz o pequeno filho-da-puta.

é o pequeno
filho-da-puta
que dá ao grande
tudo aquilo de que
ele precisa
para ser o grande filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.

de resto,
o pequeno filho-da-puta vê
com bons olhos
o engrandecimento
do grande filho-da-puta:
o pequeno filho-da-puta
o pequeno senhor
Sujeito Serviçal
Simples Sobejo
ou seja,
o pequeno filho-da-puta.

(...)
por isso
o grande filho-da-puta
tem orgulho em ser
o grande filho-da-puta.

(...)
Alberto Pimenta - discurso de um filho-da-puta

Cada um tinha uma pequena parte do poema para decorar e dizer bem, ou seja, com uma boa dicção... além disso a Gil sugeriu para metade do grupo dizer o seu texto a cantar rock e outra metade a cantar ópera... (adorei ouvir, provavelmente, com as nossas vozes de rouxinol ainda nos contratam para fazermos um musical ou então para fazermos parte do coro da igreja eheh)

Os ensaios estão a ser altamente, não acham? O que gostaram mais de fazer?
Quero saber as vossas opiniões :P


A palavra de hoje é : Filho-da-puta!

2.10.10

1º ensaio deste ano lectivo!

E aqui estão os vídeos do nosso primeiro ensaio! Comentem as nossas figuras :P

beijinhos

29.9.10

Mais um ano e blá, blá, blá

Olá pessoal!

Antes de mais, quero dar as boas vindas aos "caloiros" (a Carolina e o Tiago), tenho a certeza que se vão ambientar rapidamente, e caso tenham algum problema lembrem -se que somos uma família.. podemos ter as nossas discussões mas amamo-nos e ajudamos em tudo :)

Os Na Xina Lua já começaram a trabalhar ... ah pois é! No primeiro ensaio os meninos fizeram uma musica para as meninas e estas dançaram para eles! Bonito, não acham???

Hoje mostrámos o nosso lado mais primitivo: andámo-nos a comer uns aos outros, teatralmente falando, claro!

E eu, como paparazzi que sou, não podia deixar de postar algumas fotos que tirei no ano passado:


O sacras, o cocas e o tiago a fazer pose! eheh



Antes do espetáculo de Alvarim!



Em coimbra!

Em Alvarim... A filipa, o cocas e a nossa encenadora : gil

Nos anos dos Sacras... todos a congratula-lo.

Eu pensei em mudar o template do blog, mas vocês é que decidem... tenho aqui algumas propostas (podem escolher uma ou nenhuma)... por isso é necessário ir a votos:


http://www.thecutestblogontheblock.com/free/free-backgrounds/item/296/asInline.html
http://www.thecutestblogontheblock.com/free/free-backgrounds/item/710/asInline.html
http://www.thecutestblogontheblock.com/free/free-backgrounds/item/539/asInline.html

Outra coisa, caso queiram publicar algo da vossa autoria para o blog enviem-me para o meu e-mail: Vanessa_7@live.com.pt

P.S - quero comentários!